
Escreva uma função acima para estudá-la. Os pontos são procurados na janela mostrada: mova ou amplie o plano para encontrar outros.
Raízes ←→ onde a curva corta o eixo x
Nenhuma raiz na janela mostrada.
Extremos locais
Nenhum extremo na janela mostrada.
Interseções com outra curva
Escolha uma segunda curva para procurar os pontos em comum.
Nenhum ponto em comum na janela mostrada.
Escreva pelo menos uma função para obter uma tabela de valores.
| x | { e.nom }(x) |
|---|---|
| { ligne.libelleX } | { v } |
Uma expressão é aceita: escreva -2π em vez do valor decimal.
| Função | Cálculo | Resultado |
| {y} |

Calculadora gráfica online, grátis e sem instalar nada
Esta calculadora gráfica online traça a curva de uma função num plano cartesiano, como fariam uma TI-84 Plus, uma Casio Graph ou o computador da sala de aula.
Você escreve f(x), a curva aparece à medida que digita, e depois você pode mover o plano, ampliá-lo, percorrer a curva ponto a ponto e procurar as raízes, os extremos e as interseções.
Seis curvas podem conviver no mesmo plano, cada uma com a sua cor, o que já basta para comparar uma função e a sua tangente, uma parábola e uma reta, ou uma família de curvas que só diferem por um parâmetro.
Uma fórmula pode até conter letras: escreva ax+b e dois cursores aparecem embaixo da lista de funções. Ao arrastá-los, a reta gira e se desloca diante dos seus olhos (um botão até faz eles variarem sozinhos). E um botão f′ em cada linha acrescenta a curva da função derivada, pontilhada.
O gráfico obtido pode ser salvo como imagem, com a legenda das curvas, para colar num trabalho; e um link o reabre exatamente como está na tela, o que permite enviá-lo a alguém.
Nada para instalar, nada para criar: a página funciona no computador, no tablet e no celular, com o seu próprio teclado para as teclas que o teclado do sistema não tem (x, π, √, as potências).
Para o cálculo numérico sozinho (trigonometria, logaritmos, estatística, sem traçado), a calculadora científica online do site foi feita para isso, e as duas páginas usam exatamente a mesma forma de escrever as expressões.
Ajuda da calculadora gráfica
Traçar uma primeira curva
Escreva a expressão da função no campo f₁(x) =, no alto da calculadora. A curva é traçada conforme você digita: não há tecla nenhuma para confirmar.
O botão + Adicionar uma função abre uma segunda linha, depois uma terceira, até seis. Cada linha tem a sua cor, lembrada pela bolinha à sua frente; um clique nessa bolinha esconde a curva sem apagar a fórmula, o que é prático para comparar duas curvas mostrando-as uma de cada vez.
O × no fim da linha apaga a função. O botão Apagar tudo recomeça com uma calculadora vazia.
Se a expressão tiver um erro, uma mensagem o explica abaixo do campo, mas só depois de uma pequena pausa, para dar tempo de terminar de digitar: sin(x) passa por s, si e sin, que ainda não querem dizer nada.
Escrever uma função
A variável se escreve sempre x. As quatro operações se escrevem +, -, × (ou *) e ÷ (ou /), e a ordem das operações é respeitada: 2+3x vale 2 + (3×x).
A multiplicação implícita
O sinal de multiplicação pode ser omitido antes da variável, de um parêntese, de uma constante ou de uma função: 2x, 3(x+1), 2π e 2xsin(x) são compreendidos. É a forma habitual de escrever em matemática, e é a que a calculadora espera.
As potências
A potência se escreve ^: x^3. As teclas x² e x³ do teclado escrevem direto os expoentes ² e ³, que se leem melhor: x²-2 é mais claro que x^2-2. O expoente pode ser negativo (x^-2) e a potência se associa à direita, então 2^3^2 vale 2⁹.
As raízes
A raiz quadrada se escreve √( ou sqrt( ou raiz(, a raiz cúbica ∛( ou cbrt(, e a raiz enésima root(x;n).
Os parênteses não fechados
Os parênteses deixados abertos são fechados automaticamente: sin(x traça a mesma curva que sin(x). Nunca é preciso contá-los.
A vírgula e o ponto e vírgula
A vírgula é o separador decimal, como no Brasil: 1,5x traça a reta de coeficiente 1,5 (o ponto também é aceito). Dentro dos parênteses de uma função que aceita vários argumentos, porém, a vírgula separa esses argumentos: em log(x,2) ela separa o número da sua base. Nas funções de um único argumento — sin(, ln(, √( — não há nada para separar, e a vírgula continua decimal. Para não depender disso, o separador de argumentos desta calculadora é o ponto e vírgula, como nas planilhas: log(x;2), root(x;5). Usá-lo uma vez devolve à vírgula o papel decimal em toda a fórmula.
Fazer um parâmetro variar
Uma fórmula não é obrigada a conter só números. Escreva ax+b em vez de 2x+3, e dois cursores aparecem embaixo da lista de funções: ao arrastá-los, a reta gira e se desloca ao vivo. É a maneira mais curta de entender para que servem os coeficientes de uma função do primeiro grau.
As letras disponíveis
Doze letras são ajustáveis: a, b, c, d, h, k, m, n, p, q, r e t. São as dos enunciados (os coeficientes a, b, c, a inclinação m e o termo independente p, o deslocamento h e a altura k, o índice n).
As outras letras continuam recusadas, exceto x para a variável e e para o número de Euler.
Não há nada a declarar: o cursor de uma letra aparece assim que uma fórmula a usa, e some assim que ela é apagada. Duas funções que usam a mesma letra compartilham o mesmo cursor.
Ajustar, limitar, animar
O campo à esquerda do cursor dá o valor exato e aceita uma expressão: escreva π/2 em vez do valor decimal. Um valor fora do intervalo empurra o limite em vez de ser forçado de volta.
Os dois campos pequenos à direita ajustam o intervalo percorrido, de −10 a 10 por padrão. Reduza-o para um ajuste fino, alargue-o para explorar.
O botão ▶ inicia a animação: o parâmetro faz a ida e a volta entre os seus limites em dez segundos, e a curva se deforma sozinha. É aí que se vê o que um parâmetro realmente faz (uma parábola que se abre e vira de cabeça para baixo quando a muda de sinal, uma senoide que desliza ao longo do eixo. Um segundo toque para a animação).
Algumas fórmulas para experimentar
ax+b (a função do primeiro grau): a inclina a reta, b sobe e desce ela.
a(x-h)²+k (a forma canônica do segundo grau): h e k são exatamente as coordenadas do vértice, e a a abertura da parábola.
a·sin(bx+c) (amplitude, frequência e fase de uma senoide): cada uma no seu cursor.
x^n (anime n entre 1 e 5 para ver a curva passar da reta à parábola, e depois à cúbica).
Mover e ampliar o plano
O plano se maneja diretamente, sem passar por ajustes:
Com o mouse: clique e arraste para mover o plano; gire a rodinha para ampliar em torno do ponteiro. Ao passar por cima do gráfico, as coordenadas do ponteiro aparecem no canto superior direito.
Com o dedo: arraste para mover, e afaste ou aproxime dois dedos para ampliar.
Com o teclado: clique primeiro no gráfico para dar o foco a ele, depois use as setas ← → ↑ ↓ para movê-lo, e + e − para ampliar.
Os botões + e − sobre o gráfico ampliam em torno do centro, o que às vezes é mais prático que a rodinha quando se quer manter a origem no lugar.
Ajustar a janela
Quatro botões, na barra de cima, cobrem os casos mais frequentes:
Padrão volta ao plano de −10 a 10 nos dois eixos, aquele por onde quase sempre se começa.
Escalas iguais ajusta o eixo y para que uma unidade meça a mesma quantidade de pixels nos dois eixos. É a condição para que um círculo seja redondo e para que duas retas perpendiculares pareçam perpendiculares: sem isso, a reta y = x não faz um ângulo de 45°.
Trigo coloca a janela de −2π a 2π e gradua o eixo x em múltiplos de π. Um eixo graduado 3,14 / 6,28 não diz nada; o mesmo eixo graduado π / 2π se lê sozinho.
Ajustar alinha o eixo y aos valores que as curvas realmente assumem na janela. É o botão a usar quando a curva está achatada ou sai da tela e não se sabe que escala escolher.
A aba Janela, abaixo do gráfico, dá acesso aos quatro limites Xmin, Xmax, Ymin e Ymax. Eles aceitam uma expressão: escrever -2π é mais curto, e mais exato, do que copiar o valor decimal.
Percorrer a curva
O botão Percorrer coloca um ponto sobre a curva e mostra as suas coordenadas. O ponto segue o mouse ou o dedo; no teclado, as setas ← e → o avançam um pixel, e com Shift dez pixels de uma vez.
Quando várias curvas estão traçadas, as setas ↑ e ↓ passam de uma curva para outra, como numa calculadora gráfica de verdade.
Quando o ponto chega à borda do plano, é a janela que desliza: dá para seguir uma curva tão longe quanto se queira sem perdê-la de vista. O botão Guardar este ponto copia as suas coordenadas para o histórico de resultados, abaixo da calculadora.
Raízes, extremos e interseções
A aba Pontos notáveis procura sozinha, na janela mostrada:
As raízes da função, isto é, as abscissas onde a curva corta o eixo horizontal. São as soluções da equação f(x) = 0.
Os extremos locais, isto é, os pontos onde a curva muda de sentido: ela subia e passa a descer (um máximo), ou descia e passa a subir (um mínimo). A calculadora gráfica dá as coordenadas deles. Um lugar onde a curva desacelera sem mudar de sentido — como x³ em 0, que se achata um instante antes de continuar a subir — não é um extremo, e por isso não é anunciado.
A interseção com o eixo y, ou seja f(0), quando a abscissa 0 está na janela.
As interseções com uma segunda curva, a escolher na lista. É a forma gráfica de resolver uma equação f(x) = g(x): trace os dois membros e leia as abscissas dos pontos em comum.
O botão Centralizar traz o ponto encontrado para o centro do plano, o que permite ampliá-lo para olhá-lo de perto. O botão Guardar o arquiva no histórico de resultados.
Um detalhe importante: a busca só cobre a parte visível da curva. Uma função como o seno tem infinitas raízes; alargar a janela faz aparecer outras.
Derivada, tangente e curva de f′
A curva da função derivada
O botão f′, à direita de cada linha de função, acrescenta a curva da sua derivada no plano (pontilhada, na mesma cor da função, e abaixo dela para não escondê-la).
É a leitura gráfica do estudo de crescimento, numa única imagem: onde a curva pontilhada passa acima do eixo x, a função sobe; onde ela passa abaixo, a função desce; e onde ela corta o eixo, a função tem um extremo. Experimente com x³-3x: a derivada é a parábola 3x²-3, e as suas duas raízes em −1 e 1 caem exatamente no máximo e no mínimo da cúbica.
As duas curvas se ajustam separadamente: a bolinha de cor esconde a função sem mexer na derivada, e o botão f′ tira a derivada sem mexer na função.
A derivada e a tangente num ponto
A aba Derivada e integral pede uma abscissa e dá, para a curva estudada, a imagem f(x), a derivada f′(x) e a equação reduzida da reta tangente nesse ponto.
O botão Traçar a tangente coloca essa reta no gráfico, pontilhada. É a forma mais rápida de conferir uma equação de tangente encontrada na mão: se a reta calculada acompanha a curva no ponto certo, a conta está correta.
A derivada é obtida numericamente, por uma diferença centrada de cinco pontos, tanto para a curva quanto para o valor num ponto. Ela é exata a menos dos erros de arredondamento, o que basta de sobra para conferir um exercício, mas não é cálculo simbólico: a calculadora traça a derivada, ela não dá a expressão dela.
Integral e área sob a curva
Dois limites a e b bastam para obter a integral da função entre eles, calculada pelo método de Simpson. O botão Colorir a área pinta a superfície correspondente entre a curva e o eixo x.
É o que torna visível uma propriedade que o cálculo sozinho deixa abstrata: a área contada abaixo do eixo é negativa. Pegue sin(x) em radiano, integre de 0 a π e você obtém 2; de 0 a 2π, você obtém 0, porque as duas partes se compensam.
A tabela de valores
A aba Tabela de valores dá as imagens das funções traçadas para uma sequência de abscissas regulares, definida por um início, um passo e uma quantidade de linhas. É o equivalente da tecla «table» de uma calculadora gráfica.
Ela serve para duas coisas: montar uma tabela de valores pedida num exercício, e localizar uma mudança de sinal (portanto uma raiz) entre duas linhas seguidas. O botão Enviar para o histórico copia a tabela inteira abaixo da calculadora, de onde ela pode ser exportada em CSV para uma planilha ou em PDF.
Salvar o gráfico, ou compartilhá-lo
A imagem
O botão Salvar a imagem, abaixo do plano, gera um arquivo PNG pronto para ser inserido num trabalho de casa, num relatório ou numa aula. A imagem é salva com o dobro do tamanho mostrado: ela continua nítida depois de impressa.
Ela traz no canto superior esquerdo a legenda das curvas (a equação de cada uma, na sua cor, e o valor dos parâmetros no momento em que foi salva). Uma curva sem a sua equação não quer dizer mais nada fora da página; a legenda evita ter que copiá-la ao lado. No canto inferior direito fica o endereço desta página: um gráfico que circula num trabalho ou numa apresentação diz assim de onde veio, e onde refazê-lo.
Os botões de zoom e o botão «Percorrer» não aparecem nela, ao contrário do que uma captura de tela teria levado junto. E a imagem sempre sai com fundo claro: um gráfico escuro impresso em papel branco fica ilegível.
O link
O botão Link de compartilhamento monta um endereço que contém todo o gráfico: as fórmulas, a janela, o modo de ângulo, os parâmetros e os seus valores, as curvas derivadas mostradas. Quem abrir encontra exatamente a mesma tela, e pode continuar a ampliar, mover e estudar a partir dali.
O link é copiado para a área de transferência e substitui o endereço da página, de modo que você também pode pegá-lo na barra do navegador. Ele aparece igualmente num campo, com um botão Copiar para pegá-lo a qualquer momento (útil quando o navegador recusa o acesso à área de transferência, o que acontece na navegação anônima em alguns celulares: o link fica então selecionado, basta copiá-lo pelo teclado).
É o que um professor manda para a turma para propor um exercício sobre um gráfico preciso, e o que um aluno manda de volta para mostrar onde chegou. Nada é gravado no site: tudo está no endereço, e ele funciona indefinidamente.
Abrir um link recebido não mexe no seu próprio gráfico: se você tinha ligado «Guardar meu trabalho», a memória deste aparelho fica apenas em pausa durante essa visita, e você reencontra as suas curvas no carregamento seguinte da página, sem o link.
Guardar seu trabalho de uma visita à outra
A calculadora abre na mesma parábola a cada visita. A chave «Guardar meu trabalho», embaixo da calculadora, muda isso: as suas funções passam a ser gravadas no seu navegador, com a janela do plano, o modo de ângulo, a malha, a graduação, os seus parâmetros e os seus cursores, além dos campos do painel de estudo (o ponto examinado, os limites da integral, o ajuste da tabela de valores). Você reencontra tudo isso tal como estava na visita seguinte, mesmo depois de fechar a aba.
Nada é enviado pela internet: tudo fica neste navegador, neste aparelho (o seu trabalho não segue você de um computador para outro — para isso, envie o link de compartilhamento para si mesmo).
A chave começa desligada, porque num computador compartilhado, na biblioteca ou na sala de aula, reencontrar as curvas do visitante anterior não teria graça nenhuma. Desligá-la apaga na hora o que tinha sido guardado. E se você apagar tudo antes de sair, é uma tela vazia que vai reencontrar: a memória guarda o que você deixa, não o que a página propunha no começo.
Grau ou radiano
O modo de ângulo muda completamente o aspecto de uma curva trigonométrica. Em radiano, sin(x) faz um período em 6,28 unidades; em grau, precisa de 360, e numa janela de −10 a 10 a curva parece quase reta.
O modo aparece na barra de cima e vale radiano por padrão, como em todas as calculadoras gráficas e como no ensino médio e na faculdade. O sufixo ° permite forçar os graus para um número isolado, mesmo em modo radiano: sin(30°) vale 0,5.
Todas as escritas aceitas
| Escrita | O que ela faz | Exemplo |
|---|---|---|
| x | A variável | 2x+1 |
| a b c d h k m n p q r t | Parâmetros ajustáveis no cursor | ax+b |
| + - × ÷ | As quatro operações (* e / aceitos) | x÷2 |
| ^ | Potência | x^5 |
| ² ³ | Quadrado, cubo | x²-3x |
| ⁻¹ | Inverso | x⁻¹ |
| ! | Fatorial | x! |
| % | Porcentagem (divisão por cem) | 50% |
| ° | Ângulo em graus, mesmo em modo radiano | sin(x°) |
| π e | As constantes pi e e | sin(x+π) |
| √( ∛( | Raiz quadrada, raiz cúbica | √(x+4) |
| root(x;n) | Raiz enésima | root(x;5) |
| sin( cos( tan( | Trigonometria | cos(2x) |
| asin( acos( atan( | Funções inversas | atan(x) |
| sinh( cosh( tanh( | Funções hiperbólicas | tanh(x) |
| ln( exp( | Logaritmo natural, exponencial | exp(-x²) |
| log( | Logaritmo decimal, ou de base b | log(x;2) |
| abs( sign( | Valor absoluto, sinal | abs(x-1) |
| floor( ceiling( | Inteiro inferior, inteiro superior | floor(x) |
| round(x;n) | Arredondamento com n casas | round(x;1) |
| ipart( fpart( | Parte inteira, parte decimal | fpart(x) |
| mod( remain( | Módulo, resto da divisão | mod(x;3) |
| min( max( | Mínimo, máximo | max(x;1) |
| gcd( lcm( | MDC, MMC | gcd(x;12) |
| nCr( nPr( | Combinações, arranjos | nCr(x;2) |
Os nomes em português levam às mesmas funções: raiz(, arredondar(, valorabsoluto(, exponencial(, arcsin(, piso(, teto(, mdc( e mmc( são compreendidos.
O teclado do computador
Os campos de funções se preenchem pelo teclado do computador, sem passar pelo teclado da calculadora. Algumas equivalências úteis:
* ⇝ ×
/ ⇝ ÷
^ ⇝ potência
Enter ⇝ abrir uma nova linha de função
No gráfico, uma vez que ele tem o foco: ← → ↑ ↓ para se deslocar, + e − para ampliar.
O teclado da calculadora, recolhido por padrão no computador, abre com o botão Mostrar o teclado. Ele já vem aberto no celular: as teclas x, π, √ e os expoentes não existem em nenhum teclado de sistema.
Exemplos, do fundamental à faculdade
Ensino fundamental
Trace 2x+1: a reta corta o eixo y em 1 e sobe 2 quando x aumenta 1. Acrescente -x+4 e peça as interseções: o ponto em comum (1 ; 3) é a solução do sistema. É a resolução gráfica de um sistema de duas equações.
Trace x² e depois x³ num plano com escalas iguais, e compare o aspecto delas dos dois lados da origem.
Ensino médio (1º e 2º ano)
Trace x²-4x+3. A aba dos pontos notáveis dá as raízes 1 e 3, e o mínimo no vértice (2 ; −1). Você reencontra a forma canônica (x-2)²-1 sem ter feito a conta.
Trace 1÷x: a curva é cortada em duas perto de 0, exatamente onde a função não é definida. Nenhum traço vertical liga os dois ramos (é uma assíntota, não um valor).
Confira uma equação de reta tangente: digite a função, escolha o ponto, leia a equação dada e mostre a tangente.
Escreva a(x-h)²+k e anime a: a parábola se abre, se fecha, e depois vira de cabeça para baixo quando o coeficiente fica negativo. Ajuste depois h e k: são as coordenadas do vértice, e isso se vê.
Ensino médio (3º ano) e vestibular
Trace exp(-x²), a curva em forma de sino, e integre-a de −2 a 2: você obtém 1,7641628. Colora a área para ver do que se trata.
Trace ln(x) e x-1: as duas curvas se tocam em (1 ; 0) sem se cruzar, o que é a tradução gráfica da desigualdade ln(x) ≤ x-1.
Mostre a derivada de x³-3x²+2 com o botão f′: o estudo de crescimento se lê de um golpe de vista, a função subindo em todo lugar onde a pontilhada está acima do eixo.
Passe para o modo Trigo e trace sin(x) e cos(x): as interseções caem em π/4 e nos seus múltiplos.
Faculdade
Compare x, x², exp(x) e ln(x) numa mesma janela, ajustando o eixo y: as ordens de crescimento se veem de um golpe de vista.
Trace sin(x)÷x: a curva passa por 1 em zero, embora a função não seja definida ali (o limite se lê no gráfico).
Trace tanh(x) e as suas assíntotas 1 e -1.
O histórico de resultados
Cada valor guardado com um botão Guardar (uma raiz, um extremo, uma interseção, uma derivada, uma integral, um ponto percorrido, uma tabela inteira) é registrado na tabela «Histórico de resultados», abaixo da calculadora, com a função em questão. Cada célula pode ser alterada, e uma coluna de notas permite anotar as linhas.
Você pode exportar essa tabela em CSV para abri-la numa planilha, ou gerar um documento PDF.
O que esta calculadora não faz
Ela traça funções da forma y = f(x), e nada mais: nem curvas paramétricas, nem coordenadas polares, nem sequências, nem estatística de duas variáveis, nem equações implícitas como x²+y²=1. Um círculo só pode ser obtido traçando as duas semicircunferências, √(1-x²) e -√(1-x²), num plano com escalas iguais.
Ela também não faz cálculo simbólico: traça a curva da derivada mas não dá a expressão dela, não fatora e não resolve uma equação literalmente. Os valores que mostra são obtidos numericamente, com a precisão dos números de ponto flutuante (mais que suficiente para um exercício, nunca para uma demonstração).
Para resolver exatamente, veja a equação do segundo grau, a equação do primeiro grau ou o coeficiente angular de uma reta.
Para quem serve esta calculadora
Para alunos do ensino médio, antes de tudo: a leitura gráfica do crescimento de uma função, a conferência de uma tangente, a resolução gráfica de uma equação e a tabela de valores estão no programa do 1º ao 3º ano, e uma calculadora gráfica nem sempre está à mão — no Brasil, quase nunca.
Para universitários, para visualizar uma função antes de estudá-la (uma curva diz em um segundo o que uma tabela de sinais leva uma página para estabelecer).
E para professores, enfim, que podem projetar o plano e fazer aparecer uma curva depois da outra, ou mostrar ao vivo o efeito de um parâmetro sobre o aspecto de uma família de curvas.